quinta-feira, 9 de julho de 2015

José Augusto Maia dispara contra Fernando Aragão e Pólo FM na figura do Programa Rádio Debate


Em seu programa de rádio, veiculado diariamente, o ex-deputado federal José Augusto Maia costuma atacar a atual gestão, coisa que é normal, pois passados quase três anos das eleições de 2012, ele ainda não engoliu a derrota de uma eleição que dava como vitoriosa.

Porém, nos últimos tempos o alvo do Zé Augusto vem sendo integrantes de seu próprio grupo político, os Taboquinhas. Que o ex-deputado não mede palavras isso todos já sabem, pois em certas ocasiões teria chamado alguns vereadores taboquinhas de “Papangus, Traíras, Covardes” e até mesmo chegou a falar que seu sobrinho o vereador Ernesto Maia não seria um “Maia de puro sangue”.

Mais uma vez, ele mostra que não lhe falta munição para disparar contra membros de seu grupo, onde a vítima da vez foi o vereador e líder da oposição na câmara Fernando Aragão. Zé Augusto acusou Fernando de formar um grupinho e ir até a reunião com Secretário de Transportes do Estado, Sebastião Oliveira, na capital Recife. Todavia, não teria lhe convidado, isso para ficar com ganhos políticos, teria dito também que para ir para a reunião no Recife não chamou Zé Augusto, mas ele quer seu apoio para 2016, teria dito Zé Augusto.

O ilustre político também não teria poupado críticas a Rádio Pólo de propriedade do vereador Ernesto Maia, mas que tem a frente o blogueiro Ney Lima, Zé Augusto bateu pesado no Programa Rádio Debate, onde teria afirmado que é um programa exclusivo para detonar o grupo Taboquinha, criar brigas entre Fernando Aragão, Cleiton Barboza e também Zé Augusto e que deveria está recebendo muito alto por isso. 
Foto: Arquivo pessoal Facebook
O programa na primeira parte tem o comando de Ney Lima e Romenyck Stiffen, na segunda parte, a Hora do Debate tem a frente o comunicador Silvio José e os debatedores Ralph Lagos, Leone Souza, Natálio Arruda e Carlos Lisboa.

Segundo informações foi dito no programa de Zé que nenhum dos quatro (4) últimos, teriam moral e credibilidade para falar do ex-deputado e de seu governo, pois participaram ativamente de sua gestão.

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